EUCLIDES DA CUNHA E OS SERTÕES | Guerra de Canudos e Messianismo. Literatura Enem. Camila Brambilla

Published: 28 August 2019
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Veja A Guerra de Canudos e os Movimentos Messiânicos na obra de OS SERTÕES, de Euclides da Cunha.

Nesta aula você vai conhecer um pouco da vida do escritor pré-modernista Euclides da Cunha e sua principal obra, Os Sertões! Vem que a professora Camila explica direitinho :D

Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha nasceu na Fazenda da Saudade, em Cantagalo, RJ, em 20 de janeiro de 1866. Além de escritor, exerceu os ofícios de engenheiro militar, jornalista, ensaísta e historiador.

Filho de Manoel Rodrigues Pimenta da Cunha, natural da Bahia, e Eudóxia Moreira da Cunha. Seu pai era guarda-livros nas fazendas de café da Província do Rio de Janeiro. Em 1869, com três anos de idade, perde a mãe.
No ano seguinte, transfere-se com a irmã mais nova, Adélia, para Teresópolis, aos cuidados dos tios Rosinda e Urbano Gouveia. Esta última o acolhe, mas morre pouco depois, em 1871. Tal fatalidade levou os dois órfãos a morarem em São Fidélis, com a tia Laura Moreira Garcez, casada com o coronel Magalhães Garcez.

Euclides da Cunha inicia a vida escolar em 1874, naquela cidade, no Colégio Caldeira, do português republicano Francisco José Caldeira. Em 1877 muda-se para a casa dos avós paternos, em Salvador, passando a estudar no Colégio Carneiro Ribeiro, do grande filólogo baiano. Em 1879 retorna ao Rio, residindo com o tio Antônio Pimenta da Cunha.

Estuda nos colégios Anglo-americano, Vitório da Costa e Meneses Vieira, até transferir-se, em 1883, para o conhecido Externato Aquino. No ano seguinte, a 4 de dezembro, publica o seu primeiro artigo no jornal O Democrata, que fundara com outros colegas. No mesmo período escreve um livro de poemas, Ondas, que ficará inédito.

Matricula-se na Escola Politécnica, e, por falta de recursos, transfere-se depois em janeiro de 1866, para a Escola Militar da Praia Vermelha. Esta instituição era gratuita e centro principal da propaganda republicana na Corte capitaneada por Benjamin Constant.

Em 4 de novembro de 1888, o aluno Euclides da Cunha durante visita do Ministro da Guerra, o Conselheiro Tomás Coelho, sai de forma, e, em protesto contra a Monarquia, tenta quebrar seu sabre baioneta. Sem o conseguir, atira-o aos pés do Ministro. Perdoado pelo Imperador, é excluído do Exército em 14 de dezembro, seguindo para São Paulo, onde, logo em fins desse ano, passa a colaborar no A Província de São Paulo, futuro O Estado de São Paulo.

Com a proclamação da República é reconduzido ao Exército, promovido a alferes-estudante. Passa a colaborar na Gazeta de Notícias da Capital Federal. Em 8 de janeiro de 1890 matricula-se na Escola Superior de Guerra, onde é promovido a Segundo Tenente. No dia 10 de setembro, se casa com Ana Ribeiro, filha do General Solon Ribeiro.

Em 1891 matricula-se na Escola Superior de Guerra. No ano seguinte é promovido a Primeiro Tenente e recebe o título de Bacharel em Matemática, Ciências Físicas e Naturais. Volta a colaborar com O Estado de São Paulo.

Em 1893, Euclides reivindica, como previsto por lei para os engenheiros recém-formados, um ano de prática na Estrada de Ferro Central do Brasil, para a qual é nomeado em 16 de agosto. Com a Revolta da Armada, trabalha na construção de fortificações legalistas no Morro da Conceição. É transferido para a cidade mineira de Campanha, para a reforma de um quartel de 1895.

Em 13 de junho de 1896, deixa o Exército, reformado como Primeiro Tenente indo residir na cidade de São Paulo. A 18 de setembro é nomeado engenheiro-ajudante da Superintendência de Obras Públicas do Estado de São Paulo, viajando largamente pelo Estado.

Em 14 de março de 1897 publica no O Estado de São Paulo, os artigos “A nossa Vendeia”, sobre a guerra que se desenrolava em Canudos, no interior da Bahia. A convite de Júlio de Mesquita, proprietário do jornal, segue como correspondente de guerra, a 4 de agosto, na comitiva do Ministro da Guerra, o Marechal Bittencourt. Depois de alguns dias em Salvador, chega a Queimadas em 4 de setembro e, três dias depois, a Monte Santo, quartel general das tropas legalistas.

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